quarta-feira, 12 de maio de 2021

26 de maio, no III CIEPS: I Encontro Nordestino da RICDP

 Convidamos a todos e todas a participar do I Encontro Nordestino da Rede Internacional de Cátedras, Instituições e Personalidades no Estudo da Dívida Pública (RICDP) (Red Internacional de Cátedras Instituciones y Personalidades sobre el Estudio de la Deuda Pública), que fará parte da programação do III CIEPS - Congresso Internacional de Economia Popular e Solidária e Desenvolvimento Local: colhendo ideias para adiar o fim do mundo.


O Encontro acontecerá no dia 26.05, quarta-feira, das 16:00 às 18:00 (via Google Meets), e pretende ser um espaço de articulação de pesquisadores/as dos temas em torno da Dívida Pública.

As inscrições podem ser feitas no site do evento: https://www.even3.com.br/ciepsiii2021/

A atividade será coordenada pelo Prof. Ramiro Jacinto Chimuris Sosa (Universidad de la República, Uruguay e professor visitante da Universidad Nacional, Colombia, e da Universidade Federal de Alagoas), também Coordenador Geral da RICDP. Contará com a participação, ainda, do Prof. José Raimundo Oliveira Lima, integrante da RICDP e da IEPS-UEFS.

"A RICDP tem como objetivo geral contribuir para a produção e legitimação de processos e métodos interdisciplinares de ensino e aprendizagem a partir de uma abordagem crítica multidimensional ao problema da Dívida Pública: sua origem, história, evolução e impactos sociais, com ênfase nos setores em situação de vulnerabilidade; nos diferentes campos da universidade e da graduação, e em todas as instituições que compõem a Rede". 

Maiores informações sobre a RICDP estão disponíveis em https://pt.ricdp.org/

convite do Prof. Ramiro Chimuris


24 A 26 DE MAIO: O III CIEPS VEM AÍ

É com alegria que a IEPS-UEFS divulga a programação definitiva do III CIEPS - Congresso Internacional de Economia Popular e Solidária e Desenvolvimento Local : colhendo ideias para adiar o fim do mundo.

O evento acontece entre 24 e 26 deste mês de maio e tornará possível o encontro, mesmo que virtual, de trabalhadores/as, iniciativas, estudantes/as, professores/as, pesquisadores/as e extensionistas que têm em comum a certeza de que outras formas de produzir e viver precisam ser fortalecidas e inventadas.

Já são mais de 500 inscritos/as. À chamada de trabalhos responderam pessoas e grupos de todas as regiões do Brasil e de outros países da América Latina: são 121 comunicações orais, relatos de experiência e vídeo-pôsteres, distribuídos entre 6 Grupos de Trabalho:

1 Economia Popular e Solidária e Desenvolvimento Local

2 Economia Popular e Solidária e espaço rural

3 Economia Popular e Solidária, experiências e trabalho feminino

4 Universidade e Sociedade: perspectivas epistemológicas e metodológicas, alternativas na produção do conhecimento e o papel da extensão e da pesquisa participante, na Economia Popular e Solidária. Experiências de incubação

5 Economia Popular e Solidária e o Direito

6  Economia Popular e Solidária e Políticas Públicas

Além dos grupos de trabalho, a que terão acesso apenas os/as participantes inscritos, o evento será iniciado e finalizado com duas rodas de conversa, transmitidas pelo canal no Youtube da IEPS-UEPS, em que contaremos com pessoas muito importantes e inspiradoras para nós, a "fermentar" a energia que tanto precisamos nestes tempos sombrios:

- O que vem primeiro, a pandemia ou a crise?: a doença do capital e seus reflexos na economia popular e solidária, com Mestre Joelson Oliveira (Teia dos Povos) e a Profa. Virginia Fontes (UFF), na abertura do evento (24.05, a partir das 19:00)

-  "A esperança é a última que morre”: economia popular e solidária, resistir e esperançar um mundo melhor, com Mestre José Caciano Pereira da Silva (AQCOMAQ) e Profa. Ana Maria Motta Ribeiro (UFF).

Ainda na quarta, dia 26.05, contaremos com um importante momento de articulação de ideias: o

- I Encontro Nordestino da Rede Internacional de Cátedras, Instituições e Personalidades no Estudo da Dívida Pública (RICDP), coordenado pelo Prof. Ramiro Jacinto Chimuris Sosa (Universidad de la República, Uruguay).

No dia 26.05, pela manhã, finalmente, serão realizadas atividades voltadas à Feira de Economia Popular e Solidária, momento marcante das edições anteriores do evento. Elas serão divulgadas oportunamente.

As inscrições ainda prosseguem até o dia 21.05.2021, em https://www.even3.com.br/ciepsiii2021/

A programação completa do evento:

 

24.05.2021 (segunda-feira)

19 às 21:30h

·      Mesa de abertura e apresentação do evento

·      Roda de conversa:

O que vem primeiro, a pandemia ou a crise?: a doença do capital e seus reflexos na economia popular e solidária

Com Profa. Virgínia Fontes e Mestre Joelson Oliveira

(Youtube)

25.05.2021 (terça-feira)

09 às 12:00h

·      Sessões dos GTs    (Google Meets)

14 às 19:30h

·      Sessões dos GTs    (Google Meets)

26.05.2021 (quarta-feira)

08:30 às 12:00h

·      Atividades relacionadas à Feira de Economia Popular e Solidária (a confirmar)

14 às 16:30h

·      Sessões dos GTs     (Google Meets)

16 às 18:00h

·      I Encontro Nordestino da Rede Internacional de Cátedras, Instituições e Personalidades no Estudo da Dívida Pública (RICDP)       (Google Meets)

Coordenação do Prof. Prof. Ramiro Jacinto Chimuris Sosa (Universidad de la República, Uruguay)

19 às 21:30h

·      Roda de conversa:

“A esperança é a última que morre”: economia popular e solidária, resistir e esperançar um mundo melhor

Com Profa. Ana Maria Motta Ribeiro e Mestre José Caciano Pereira da Silva

·      Avaliação, agradecimentos e leitura da Carta do III CIEPS

(Youtube)





domingo, 25 de abril de 2021

ALERTA: ANUNCIADA EXPULSÃO DOS/AS TRABALHADORES/AS DA MARECHAL EM PLENA PANDEMIA



Na última sexta-feira, 23 de abril, agentes da Secretaria Municipal do Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico distribuíram na Feira da Marechal um informe, assinado pelo Secretário municipal Pablo Roberto (SEAGRI), anunciando a remoção dos trabalhadores/as, justificada pelas obras do projeto "Novo Centro".

O documento não esclarecia sobre prazos. Interpelado pelos/as trabalhadores/as, o diretor de Abastecimento da Prefeitura informou que a terça-feira (27/04) seria o prazo limite para retirada das barracas.

Desde o início do ano, os trabalhadores e as trabalhadoras da feira-livre vêm buscando estabelecer um diálogo com o governo municipal para apresentar uma proposta complementar ao projeto de requalificação da Rua Marechal. Com base em um projeto arquitetônico alternativo (de autoria da arquiteta e urbanista Mariana Amaral), o movimento afirma que é possível revitalizar a rua e ao mesmo tempo organizar a feira para preservá-la enquanto patrimônio histórico e cultural da cidade.

No entanto, os pedidos de audiência com o Prefeito Colbert Martins, feitos pelo movimento, tem sido ignorados sistematicamente. Mesmo as diversas tentativas de interlocução feitas pelo legislativo ou prometidas pelos secretários da SETTDEC e SEAGRI não resultaram em qualquer resposta conclusiva, positiva ou negativa, por parte do Poder Público Municipal.

A despeito de a Prefeitura alegar que os trabalhadores/as serão realocados no Centro de Abastecimento, é fato que não haverá espaço para todos/as. E, mesmo se houvesse, a desconsideração dos sério contexto da pandemia, que já vem lhes causando um agravamento das dificuldades para comercialização de seus produtos, desconsidera a própria dignidade das pessoas atingidas pela medida. Como impor aos/às trabalhadores/as a perda de seus pontos de venda e de sua clientela, conquistados arduamente - muitos/as deles por décadas - neste grave contexto de fome e precariedade?


A Incubadora de Iniciativas da Economia Popular e Solidária da UEFS apoia a luta dos/as Feirantes da Marechal, testemunho vivo das tradições de nossa cidade e das duras lutas das classes trabalhadoras.

Apoie a luta dos/as Feirantes da Marechal. Divulgue esta mensagem em suas redes sociais. 




domingo, 4 de abril de 2021

Divulgue e apoie a luta dos/as feirantes das ruas do centro de Feira de Santana


Seguem as mobilizações dos trabalhadores e trabalhadoras do centro da cidade, contra as ações da Prefeitura Municipal que visam a expulsá-los, em meio à pandemia, das ruas da Marechal Deodoro e da Praça Bernardinho Bahia.

A cidade com nome de Feira nasceu nos espaços onde hoje está o centro. A despeito disto, o projeto de reconfiguração do centro da cidade, hoje levado à frente pela Prefeitura Municipal, desconsidera esta realidade de vários séculos, a força do trabalho e mesmo a condição de humanidade destes trabalhadores e trabalhadoras.

Conheça, nos pequenos vídeos a seguir, um pouco da história de Sr. Roberto (mais conhecido como Beto) e de Dona Edite, que são exemplos de longas trajetórias de trabalho na Av. Marechal Deodoro:

Beto e um pouco de sua história


O relato de Dona Edite, que trabalhou por mais de 30 anos na Marechal, e foi seguida por filha e neta, que hoje continuam exercendo a mesma atividade

Denúncias de ação violenta do "rapa" vêm ecoando nos últimos dias, tendo como vítimas homens e mulheres que há décadas exercem o comércio nas ruas do centro, boa parte deles/as pequenos/as agricultores/as que têm nas ruas do centro a esperança de escoar sua pequena produção e fugir da constante ameaça da fome. Em tempos de pandemia, isto nunca foi tão verdade.

Vereador Jhonatas Monteiro denuncia ações violentas do "rapa" contra feirantes das ruas do centro, em sessão da Câmara de Vereadores de Feira de Santana


A Prefeitura Municipal segue se negando a receber e ouvir os/as trabalhadores/as. 

De outro lado, a mobilização continua, por meio de vários grupos que têm sobre si o peso das opções políticas racistas, colonizadas e elitistas, características do modo como o espaço público é administrado na nossa cidade. 

Feirantes da Marechal Deodoro, Feirantes da Praça Bernardino Bahia e trabalhadores/as do "shopping popular" continuam em luta, pressionando para serem ouvidos e terem voz junto à poder público municipal.

Divulgar as suas lutas é uma importante forma de apoio!








quarta-feira, 17 de março de 2021

Trabalhadores/as do centro de Feira em luta: apoie a manifestação contra os abusos do "shopping popular"


Na sucessão dos problemas causados pela expulsão dos/s trabalhadores/as das ruas do centro, eles/as agora estão em luta contra os abusos a que estão sendo submetidos pelo Concessionária Feira Popular S/A, que administra, em regime de parceria público-privada, o empreendimento para o qual foi realocada parte dos/as camelôs/as  que trabalhavam nas ruas do centro de Feira de Santana.


Taxas abusivas de um condomínio juridicamente inexistente, alugueis irreais para a realidade dos/as trabalhadores, completo descompromisso - seja da Concessionária, seja do Poder Municipal concedente - com a sua gravíssima situação, ainda mais agravada pela pandemia da Covid19. Através da organização coletiva, os/as trabalhadores mantêm-se em luta contra as diversas irregularidades do projeto - que vão desde a licitação, passando pela execução da obra e desaguam, agora, na forma como vêm sendo tratados pela empresa concessionária. 

Apoiamos essa luta e reforçamos o chamado para a manifestação, que acontecerá às 8:30 da manhã desta quinta, 18/03, com concentração inicial na Praça do Tropeiro e caminhada até a Prefeitura.

No dia 25 de fevereiro de 2021 a Ouvidoria da Defensoria Pública Estadual, a pedido do/as trabalhadores/as, realizou Audiência Pública, em que ficaram evidenciados os muitos e graves problemas enfrentados. Ela pode ser assistida aqui: https://www.youtube.com/watch?v=j_xCy3EtFFA&t=16s

As lutas em torno dos problemas causados pela expulsão dos trabalhadores do centro da cidade, aliás, não param por aí. Nos últimos dias vem acontecendo, mesmo diante do grave momento pandêmico, a retirada dos/as feirantes da Av. Marechal Deodoro e da Praça Bernardino Bahia. 

Ontem, dia 16.03, foi a vez dos trabalhadores da Marechal protestarem pelo direito ao trabalho, insatisfeitos com o projeto em execução pela Prefeitura:








sábado, 27 de fevereiro de 2021

Apoie a Feira de Saberes e Sabores durante a pandemia: liquidação de plantas do Horto Santo Antônio

 



Atenção! 

Em razão do "lockdown" dos fins de semana em Feira de Santana, a liquidação do Horto Santo Antônio acontecerá nos 

dias 15 a 19 de março.












Mesmo com a suspensão das atividades da Universidade em razão da pandemia, o Projeto de Extensão Feira de Saberes e Sabores continua sendo levado à frente pela Incubadora de Iniciativas da Economia Popular e Solidária da UEFS com atividades formativas e apoio às iniciativas, em suas estratégias para superar as dificuldades impostas pelas medidas de isolamento social.

Seu Antônio é um dos integrantes do coletivo da Feira de Saberes e Sabores, onde comercializa plantas ornamentais, medicinais e frutíferas mais diversas, cultivadas com a ajuda de Dona Cida, sua companheira. O casal batalhou um ponto de comercialização permanente (o Horto Santo Antônio, localizado na Av. Ayrton Sena, n. 5171, aqui em Feira de Santana), mas, com a pandemia, a iniciativa terá que fechar as portas. 

Por isso, no dia 06 de março (próximo sábado), o Horto fará uma grande liquidação de plantas.

Toda a equipe envolvida nos trabalhos da Feira de Saberes e Sabores, em apoio a Seu Antônio e Dona Cida, vem então divulgar a realização do evento e convidar a todos/as que amam o verde e a natureza a comparecer ao evento. Esta é uma forma igualmente de ser solidário/as com a grave situação dos/as trabalhadores da economia popular e solidária em Feira de Santana e região, profundamente afetados/as pela pandemia.